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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

*** QUANDO ***

QUANDO EU MAIS PRECISEI DE UM ABRAÇO...
VI ÁGUIAS VOAREM ALTO...
PLANAVAM OLHANDO-ME Á BAIXO.
QUASE MORRI DE FRIO;
CONGELARAM MEU ESPAÇO.
SOBREVIVI Á TANTA FRIEZA...
PORQUE MEU CORAÇÃO
DE GUERREIRA:
FOI FORJADO À AÇO!



AUT.: ***Jaqueline Lopes***

2 comentários:

Poeta Mario Macedo de Almeida disse...

belos versos de uma guerreira!!!

Poetando com Carlinhos do Bento disse...

Só quem conhece
O frio da solidão
É que entende bem
Como é forjado um coração.

É com o fogo
Da dura realidade
Que rasga o SER
Machucando de verdade.

Deixando cicatrizes invisíveis
Lembranças de tristes ais
Que mesmo tendo passado
Não passarão jamais.